Espero assim amigos, que a construção do muro da horta, venha a tomar a forma concretizada que a metade já construída merece. A EPA estará de novo a promover as formações e espero, a iniciar a desejada actividade na horta!
Lá no meu quinhão as coisas estão a orientar-se para esta nova fase que se aproxima, com as actividades que preparam a chegada do Inverno. Estudo pois, quais as culturas que ainda posso plantar antes de entregar o terreno nas mãos desse Inverno. Como tive algum sucesso com as beterrabas, semeei e já transplantei para o terreno uma nova safra, é uma cultura que se pode fazer durante todo o ano. Acelgas brancas, calendulas e piri-piris também já ocupam espaço no terreno, cenouras e cebolinho virão seguidamente.
O feijão está quase pronto para ser colhido, e de olhos arregalados espreito as abóboras e as meloas a crescer, e, a amadurecer. Os crizantemos que plantei, desenvolvem-se, vigorosos, tocados pela chuva que tem caído ultimamente, e, por graça, numa corrida com o tempo, para ver se florescem, belos e grandiosos, pelo dia de Todos os Santos.
Seguidamente estou a pensar nos rabanetes, nos nabos e nas couves de Bruxelas, como os meus alimentos preferidos para fazer face à entrada do Inverno, e, no terreno que me sobrar, tentarei fazer culturas de adubos verdes, de trevo encarnado, tremoço bravo, alfafa, mostarda, centeio forrageiro, e, a sempre presente e clássica, fava, adubos verdes que irei enterrar no solo antes das culturas da Primavera. Como projecto mais importante, tenho que estabelecer o objectivo de pôr em funcionamento, pelo menos mais dois compostores de paletes, para me servirem de base no processo de melhoramento da estrutura do solo, pois penso ser esse o mais grave e deficiente problema da horta das barrocas.
Pequenos detalhes que fazem parte deste evolver cíclico da vida, e, enquanto isso a grandiosidade da natureza vai-se manifestando rica em eventos, cheia de acontecimentos, que trazem gratidão, felicidade e alegria à nossa existência.
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